Quer saber qual a onda do momento para sentir prazer? Vou contar, e você pode começar a sentir prazer hoje mesmo. Não acredita? Então peça ao Dr. Gregory S. Berns, professor de psiquiatria da Emory University para receitar a novidade.
O homem é ligadão nessas coisas de cérebro e de tecnologias para estudar o que acontece dentro do espaço que temos entre as orelhas. Você sabe que o cérebro responde a diversos estímulos, não sabe? Pois é, o professor Berns coloca uns fiozinhos aqui e ali, enfia o sujeito num scanner grandão para ver dentro do cérebro, e... bzzz... creck.... crock.... bzzz.... dóing... Pimba! Descobre o que causa prazer.
É claro que você já conhece algumas das coisas que causam prazer, mas o que o doutor diz é que um lugarzinho chamado striatum, um departamento esquecidinho nos fundos do cérebro, fica doidão quando a gente colabora com algo ou alguém. Isso mesmo, ajudar as pessoas faz o pessoal desse departamento trabalhar.
Só para você ter uma idéia, o striatum segrega uma substância chamada dopamina, que normalmente é liberada em atividades como sexo e jogo. Já entendeu porque os bingos ficam cheios de velhinhas, não entendeu?
Mas sabe o que mais? Quando ajudamos alguém produzimos cinco vezes mais dopamina do que em atividades como sexo e jogo! Cinco vezes mais! Ou seja, se quiser ficar ligadão, é só tomar uma colher de altruísmo de meia em meia hora e sair por aí ajudando pessoas. Vai sentir prazer, muito prazer.
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In a fascinating investigation of the brain and its hunger for new experiences, Dr. Gregory Berns plumbs the lessons of fields as diverse as neuroscience, economics, and evolutionary psychology to find answers to the fundamental question of how we can find a more satisfying way to think and live.
A distinguished researcher, Berns bridges the gap between everyday experience and cutting-edge research by guiding the reader through the labs and hospitals where he and others are developing the science of how and why the brain is satisfied. We join him as he follows ultramarathoners across the Sierra Nevadas, enters a suburban S&M club to explore the deeper connection between pleasure and pain, partakes of a truly transporting meal, and ultimately examines his own marriage, where he faces the challenge of incorporating novelty into a long-term relationship.
In a riveting narrative filled with trenchant insights, Satisfaction proposes nothing less than a new way of understanding our own lives. By its conclusion, this truly inspiring book will convince you that the more complicated and even downright challenging a life you pursue, the more likely it is that you will be satisfied.
Olá! Estou emocionada com o Blog. Tenho um filho de 4 anos que tem apralisia cerebral e até emocionada fiquei com o relato da história do Pedro. Nosso blog é ****:dudarattes.zip.net ele tem senha se quiser acessálo me passa um email. Elayne
querido Pedro, fikei impressionada com sua historia, vc é um verdadeiro guerreiro, sabe achei seu site no google, estava procurando moterial sobre paralisia cerebrar para um trab na faculdade e te achei, acho q nao foi a toa...agora poderei levar a sua historia a outras pessoas, poderei mostrar a ela como é possivel ser feliz apesar das dificuldades...vc é um grande exemplo para mtas pessoas inclusive pra mim uma menina de 21 aninhos... um super bjo q Deus continue abençoando sua vida..pois vc merece!!!!
Eu,Erenite, tambem sofri muito, a minha historia e qualse igual a sua; so que eu tenho deficiencia na perna,lutei muito para poder sobreviver,um dia lhe conterei tudo. beijos Erenite
Muito bom...."descoberta" fantástica...não foi a toa que Jesus falou como mandamento: "amai ao teu próximo como a ti mesmo"..Ele, como Senhor, já sabia que isso além de nos causar prazer causaria nEle também... Abraços
...que meu nome é Pedro
e nasci cego e incapacitado de
falar ou andar, devido a problemas genéticos, paralisia cerebral, catarata congênita e microftalmia. Minha mãe natural não
ligava muito para mim e vivi meus primeiros
quatro anos deitado de costas com minha perna
amarrada à cama, para não cair. Demorou para eu perder a cicatriz causada pelo cordão
logo abaixo de meu joelho direito.
Nada de beijos e abraços,
brincadeiras ou risadas. Meus primeiros anos
foram só de sobrevivência
naquele barraco muito quente em uma favela. Eu vivia doente, com a
barriga cheia de vermes, e até os 4 anos era incapaz de comer alimento sólido,
porque ninguém me ensinou.
Depois de desmamado, minha mãe
me manteve vivo com uma mistura de água, farinha
de mandioca e açúcar que eu tomava em
um copo, pois perdi a habilidade de sugar.
Minha avó era quem
cuidava mais de mim, pois minha mãe passava a
maior parte do tempo nas ruas. Isso até a avó morrer e minha mãe decidir me dar
a alguém. Então... bem, esta é a história que
você irá ler em meu diário que, na verdade, é
escrito por meu novo pai, pois, como já disse, não
consigo falar, ver, andar, escrever ou até mesmo
fazer um diário como este. Mas acho que papai
vai fazer um bom trabalho tentando
adivinhar o que eu gostaria de contar ao mundo se
pudesse.
Mas não é só
para contar minha vida que este blog existe.
Papai é escritor e profissional de comunicação
e marketing, por isso este blog serve também para mostrar como meus amigos, chamados
deficientes, podem ser pra lá de eficientes com uma
pequena ajuda de pessoas que os compreendam.
Existe um mundo diferente daquele onde a maioria
das pessoas vive e papai decidiu mostrar um pouco
disso. Isso eu também quero contar.
Minha
irmã se inspirou em minha história para
escrever este
romance
que ganhou um prêmio literário e foi escolhido
para fazer parte da coleção
Anjos de Branco, coordenada pelo
escritor Antonio Olinto. É dele o texto do prefácio
e a apresentação é de autoria do escritor José
Louzeiro, ambos da Academia
Brasileira de Letras. O livro é
publicado pela Editora Mondrian.
Minha
irmã é enfermeira e cuidou muito de mim, até se mudar para o exterior. Quando
eu vim morar neste lar eu tinha quatro anos e ela
tinha só seis, mas logo me adotou como sua "boneca"
preferida. Ehrr... quero dizer, "boneco".
Ela conta tudo isso no livro. O nome dela é Lia
Personae o livro Uma
Luta Pela Vida é muito bom.
Minha irmãzinha e futura enfermeira
ainda olhava desconfiada em 1987.
Lia
fez um trabalho muito legal de pesquisa a meu
respeito, entrevistando papai, mamãe, vovó e
outras pessoas para ir juntando a história toda.
Além disso, ela foi procurar informações em
antigas correspondências, álbuns de fotos e até
em exames médicos e radiografias.
Hoje ela está mais confiante e
generosa.
Até ganhei um ursinho!
Ela
costumava me levar ao médico, hidroterapia e
fisioterapia, e vivia pesquisando alguma nova técnica
para consertar meus defeitos de fábrica. Toda
hora inventava um "recall"
para ver se dava para trocar alguma peça em mim!
Até equoterapia eu fiz com ela ao meu lado! Como
o papai tem péssima memória, irá recorrer à
Lia e ao seu livro "Uma
Luta pela Vida" para escrever este blog.
Você também poderá ler uma entrevista que a
jornalista Fernanda Do Couto S. Riberti fez com
minha irmã clicando
aqui.
Tenho também um irmão, Lucas, que é muito
legal e ajuda a cuidar de mim. Quando morava em casa dormíamos no
mesmo quarto e ele vivia dizendo que eu ronco. Será?
Nunca escutei! Ele é muito generoso também.
Como a minha cama ficava ao lado da dele, só que
no chão, para eu não cair, quando fazia muito
frio eu puxava o cobertor dele e me cobria dobrado.
Aprendi a fazer isso devagar para ele não
acordar.